Chiado

O Epicentro da Cultura

No final do século XIX o Chiado apresenta-se como o bairro mais boémio da cidade, onde políticos, poetas, artistas, intelectuais se reuniam no grémio literário – clube de intelectuais.

O Chiado tornou-se o centro do Romantismo, inspirando Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões, António Ribeiro … fazendo nasce obras inesquecíveis da Literatura Portuguesa. Já nos teatros nasciam peças memoráveis no São Carlos, São Luiz e Trindade que nasceram e cresceram neste bairro.

É a 25 de Agosto de 1988 entre as 3 e as 4 horas da manhã que despoleta um fogo nos Armazéns Grandella que se arrasta por todo o Chiado, destruindo o comércio tradicional e grandes lojas como Casa Batalha ou Pastelaria Ferrari. O Chiado ficou destruido mas vimos o bairro renascer pelas mãos do premiado arquiteto português Álvaro Siza Vieira.

Hoje em dia o bairro mantém a essência numa magia eterna em cada recanto, perdemo-nos e encontramos a Faculdade de Belas Artes, a igreja da Encarnação, as Ruínas do Convento do Carmo, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, o Museu de São Roque ou comércio como A Vida Portuguesa, Vista Alegre, Paris em Lisboa ou Livraria Ulisses.

Bem-vindo ao Chiado.